“Quando viu isso, Jesus não gostou e disse: Deixem que as crianças venham a mim e não proíbam que elas façam isso, pois, o Reino de Deus é das pessoas que são como estas crianças.” Marcos 10: 14
Ao meditar sobre esse versículo compartilho da mesma dor que muitos outros ministros e professores de ministérios com crianças sentem. A mesma realidade dos tempos de Jesus ainda persiste, infelizmente. Muitos de nós pensamos que crianças não precisam ser evangelizadas. A Bíblia fala claramente que nascemos em pecado (Sl 51:5); e, que todos nos estamos destituídos da glória de Deus (Rm 3:23). No entanto, o Senhor nos diz: Deixem que as crianças venham a mim e não proíbam que elas façam isso.
A pergunta que podemos fazer nessa hora é: Senhor, quando proibimos que nossas crianças se acheguem a Ti?
Penso que a resposta pode ser assim:
1) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando, como Igreja, não lhes oferecemos oportunidade de conhecer Jesus e de aceitá-lo como Senhor e Salvador de sua vida.
Segundo conhecedores do assunto crianças de 4 a 14 anos estão aptas a decidir conscientemente por seguir ou não a Cristo. Aí professores de ministérios com crianças motivados pelo amor de Cristo, bem formados fazem a diferença. Segundo estatísticas 85% das crianças da idade anteriormente mencionada recebem a Cristo quando ouvem a mensagem do Evangelho porque elas são mais acessíveis, estão sempre abertas para ouvir a Palavra e não demonstram resistência ao toque do Espírito Santo. Sabendo disso, em Marcos 10: 15, Jesus, nos mostra que devemos receber o Reino de Deus como uma criança o recebe, Ele a utiliza como exemplo.
2) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando, como Igreja não proporcionamos a elas ensino adequado enquanto seus pais ou responsável por essa criança está no culto, a criança está também recebendo, na escolinha, ministração de qualidade, aprendendo os princípios que utilizará pelo resto de sua vida, contando testemunhos seus e de seus familiares e ouvindo outros de seus colegas de mesma idade. É papel da igreja é proporcionar às crianças ambiente e ensino com linguagem adequada à idade para que seja também abençoada. Em Gênesis 18:18-19 vemos Abraão sendo abençoado porque ensinava seus filhos o caminho do Senhor. É ilusão nossa achar que criança não tem problema. Ela tem, sim, infelizmente, e algumas têm problemas tão sérios quanto adultos. Penso que na lista dos ataques de Satanás as crianças estão no topo. É só ler os jornais.
3) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando, não oferecemos a ela a oportunidade de estar com outras crianças com as quais compartilham a mesma fé, o mesmo Salvador, como pais ou responsáveis que somos, não as trazendo ao culto, deixando-as em casa, com alguém, vendo sei lá o que na TV. Precisamos entender que a criança também precisa de culto e ela só virá se nós, adultos a trouxermos. Em Marcos 9:33-37, Jesus trouxe uma criança para o centro da reunião com os discípulos, para mostrar-lhes que enquanto eles preocupavam-se com suas posições no Reino, o Senhor se importava com a criança, toda a Sua atenção estava nela naquele momento.
Mas há ainda outras formas piores, a de fazer de conta que a criança veio ao culto e recebeu uma palavra de fé: quando deixamos que ela durma no banco da igreja, ou fique brincando com algum brinquedo ou outra criança, ou ainda andando pelos corredores com a desculpa de ir ao banheiro, ir tomar água.... Uma criança brincando, andando para lá ou para cá, além, de não receber impede que outros recebam, pois distrai os que estão por perto.
4) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando não falamos de Jesus Cristo em casa. O papel de evangelização não é só da igreja, não é só do pastor ou do professor da escolinha é, principalmente, dos pais. O exemplo de vida dos pais, suas atitudes, a leitura cotidiana da Palavra, a oração, e ações que familiarizem a criança com a mensagem do Evangelho certamente mudará o rumo de sua história para um caminho de vitória com Cristo. “Essas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt 6:6-7).
Enfim, para finalizar, estou convencida que devemos alcançar as crianças para Cristo antes que sejam feridas, antes que sofram os danos de uma vida sem a comunhão com Deus, a fim de que no futuro elas não tenham que ser tratadas por intermédio de outros ministérios, como o de recuperação de drogas, por exemplo.
A pergunta que podemos fazer nessa hora é: Senhor, quando proibimos que nossas crianças se acheguem a Ti?
Penso que a resposta pode ser assim:
1) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando, como Igreja, não lhes oferecemos oportunidade de conhecer Jesus e de aceitá-lo como Senhor e Salvador de sua vida.
Segundo conhecedores do assunto crianças de 4 a 14 anos estão aptas a decidir conscientemente por seguir ou não a Cristo. Aí professores de ministérios com crianças motivados pelo amor de Cristo, bem formados fazem a diferença. Segundo estatísticas 85% das crianças da idade anteriormente mencionada recebem a Cristo quando ouvem a mensagem do Evangelho porque elas são mais acessíveis, estão sempre abertas para ouvir a Palavra e não demonstram resistência ao toque do Espírito Santo. Sabendo disso, em Marcos 10: 15, Jesus, nos mostra que devemos receber o Reino de Deus como uma criança o recebe, Ele a utiliza como exemplo.
2) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando, como Igreja não proporcionamos a elas ensino adequado enquanto seus pais ou responsável por essa criança está no culto, a criança está também recebendo, na escolinha, ministração de qualidade, aprendendo os princípios que utilizará pelo resto de sua vida, contando testemunhos seus e de seus familiares e ouvindo outros de seus colegas de mesma idade. É papel da igreja é proporcionar às crianças ambiente e ensino com linguagem adequada à idade para que seja também abençoada. Em Gênesis 18:18-19 vemos Abraão sendo abençoado porque ensinava seus filhos o caminho do Senhor. É ilusão nossa achar que criança não tem problema. Ela tem, sim, infelizmente, e algumas têm problemas tão sérios quanto adultos. Penso que na lista dos ataques de Satanás as crianças estão no topo. É só ler os jornais.
3) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando, não oferecemos a ela a oportunidade de estar com outras crianças com as quais compartilham a mesma fé, o mesmo Salvador, como pais ou responsáveis que somos, não as trazendo ao culto, deixando-as em casa, com alguém, vendo sei lá o que na TV. Precisamos entender que a criança também precisa de culto e ela só virá se nós, adultos a trouxermos. Em Marcos 9:33-37, Jesus trouxe uma criança para o centro da reunião com os discípulos, para mostrar-lhes que enquanto eles preocupavam-se com suas posições no Reino, o Senhor se importava com a criança, toda a Sua atenção estava nela naquele momento.
Mas há ainda outras formas piores, a de fazer de conta que a criança veio ao culto e recebeu uma palavra de fé: quando deixamos que ela durma no banco da igreja, ou fique brincando com algum brinquedo ou outra criança, ou ainda andando pelos corredores com a desculpa de ir ao banheiro, ir tomar água.... Uma criança brincando, andando para lá ou para cá, além, de não receber impede que outros recebam, pois distrai os que estão por perto.
4) Impedimos que nossas crianças se acheguem ao Mestre quando não falamos de Jesus Cristo em casa. O papel de evangelização não é só da igreja, não é só do pastor ou do professor da escolinha é, principalmente, dos pais. O exemplo de vida dos pais, suas atitudes, a leitura cotidiana da Palavra, a oração, e ações que familiarizem a criança com a mensagem do Evangelho certamente mudará o rumo de sua história para um caminho de vitória com Cristo. “Essas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt 6:6-7).
Enfim, para finalizar, estou convencida que devemos alcançar as crianças para Cristo antes que sejam feridas, antes que sofram os danos de uma vida sem a comunhão com Deus, a fim de que no futuro elas não tenham que ser tratadas por intermédio de outros ministérios, como o de recuperação de drogas, por exemplo.
0 comentários:
Postar um comentário