terça-feira, 8 de junho de 2010

Como conhecemos a Verdade

Pelo Aluno da Escola de Mestres Vinicius Dutra


"Eu sou o caminho, a verdade e a vida"
João 14:16

Jesus sabia que as pessoas jamais poderiam entender completamente a vida se usassem apenas o intelecto.

Ele não dizia: “Vou ensinar a vocês o que é a verdade". Ele dizia: "Eu sou a verdade". Ele sabia que a mais elevada forma de conhecimento dos relacionamentos são os que proporcionam confiança mútua, e não grandes quantidades de informações.

Jesus respondia as perguntas diretas com metáforas para atrair as pessoas para um diálogo e um relacionamento com Ele.

Jesus contou a seguinte parábola para alguns que confiavam em si mesmo, tendo-se por justos e desprezando os outros - “Dois homens subiram ao templo para orar, um era fariseu, o outro um cobrador de impostos”.

O fariseu orava em pé desta maneira: 'Oh Deus, eu te agradeço por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos, adúlteros, nem mesmo como este cobrador e impostos, jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de tudo que possuo'.

Já o cobrador de impostos, parado, nem se atrevia a levantar os olhos para o céu, ele batia no peito, dizendo: 'O Deus, tem piedade de mim, que sou pecador!'.

Eu vos digo: Este voltou justificado para casa.

Porque todo aquele que se enaltece será humilhado e quem se humilhar será exaltado.

Jesus criticava o amor próprio excessivo porque acreditava que as pessoas que aceitam depender de Deus e abrem mão da auto-suficiência - alcançam a plenitude.

E preciso humildade para reconhecer que precisamos nos relacionar com Ele para sermos espiritualmente completos.

Esta mesma humildade nos permite compreender que também necessitamos dos outros para sermos emocionalmente completos.

Deixamos de ser humildes e fingimos ser superiores aos outros, quando sentimos medo de admitir que temos necessidade deles.

O ponto de partida para a plenitude espiritual e a nossa necessidade de ter um relacionamento com algo maior do que nós mesmos.

Os seguidores de Jesus nunca se consideravam melhores do que as outras pessoas, pelo fato de precisarem delas para serem completos.

Ao contrário dos fariseus, temos que agradecer a Deus por sermos como as outras pessoas, porque isso nos coloca no caminho para a plenitude com o Reino de Deus.

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